Jogos duais e a sacada do caminhar da trilha do Tantra

É aí que mora a “sacada” do Tantra para o ato de se tornar livre: parar de perder tempo com os tais jogos duais, porque não vale a pena. Se um profissional de #Tantra abraça o dual, significa que não deixou de lado sua ansia de poder, e o caminho rumo à libertação ainda não foi abraçado. E tudo bem também.

Faz parte do crescimento individual passar por etapas. É normal que os jogos da matéria divirtam por um tempo (às vezes mais de uma vida). Então o caminho do Tantra está em encontrar o poder da redenção e o #fluxo daquilo que é o mais fácil. Sem orgulho de quaisquer #lutas.

Dos jogos duais com a fluidez e viscosidade

A matéria te mostra o que é restrito. Então aprender a lidar com o restrito é algo em que se deve mergulhar, para então acessar a dimensão do abundante. Isso porque é a partir do #chão que alguém se apoia para se levantar e se alçar às alturas.

Dentro do padrão da maior parte das pessoas, a busca pela fluidez é comum. Nós nos deparamos com o #fluido, mas nos vemos presos no que é viscoso. No meio do Tantra observa-se com frequência a luta contra certos comportamentos. Por exemplo, os 7 pecados capitais muitas vezes sofrem represálias. Deles, o que envolve uma dos maiores combates é o do #sexo e sexualidade.

Ora, dentro do contexto de ascensão da #Kundaliní, o praticante vai acessar ímpetos de #luxúria. Não existe amor verdadeiro sem o crescimento sexual pleno. São processos e etapas, como o maturar de uma árvore. Primeiro ocorre tal processo, depois outro. Assim, o desenvolvimento pessoal passa pelos 7 #pecados capitais. Sem viver os “pecados”, é impossível viver o valor das virtudes.

Ter essa noção de que os processos ocorrem em #etapas e que está tudo bem acolher a sombra e a parte “pecaminosa” de si, vai transformar os momentos de virtude em estados de plenitude.

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