Shibari

Foto para página de Shibari

Você já ouviu falar em Shibari ou Shibaru? Conceitualmente falando, “Shibari” é uma palavra japonesa que significa simplesmente ‘amarrar’ ou ‘ligar’. A atividade pode ser definida ainda como uma técnica oriental de amarrações – feitas geralmente com cordas de juta – que restringem a movimentação de quem é imobilizado.

Muito mais do que conceitos, Shibari é uma ferramenta poderosa para casais que buscam autoconhecimento e expansão sobre limites e comunicação. Por ter sido desenvolvida em uma das regiões onde o sutil e o intenso se misturam o tempo todo, também é considerada uma forma de arte.

Dentre os benefícios do Shibari merece destaque o fato de que ao se unir confiança, consentimento e técnica – os praticantes conseguem ir muito além do que já se sabe sobre o potencial de prazer do corpo. Além do campo físico, no quesito comportamental a relação entre pessoas que praticam Shibari passa por uma revolução no que diz respeito ao que é entendido como liberdade e entrega.

Estética

O forte apelo visual do Shibari é decorrente do Hojojutsu, uma arte marcial oriunda do Período Edo. Os prisioneiros dos samurais nessa época eram amarrados com diferentes técnicas, que simbolizavam a honra e o status do prisioneiro.

Muito além da submissão

“A amarração é apenas uma das partes da brincadeira e a amarração não é a brincadeira em si. Shibari depende de contexto e esse contexto envolve comunicação e sentimentos.” (Jon das Cordas)

A parte estética e sensorial do Shibari torna-se uma das maiores diferenças em relação ao “Bondage” – que significa ‘escravidão’, e possui como objetivo maior de obter prazer na submissão.

Além da parte estética, o posicionamento dos nós pode ser escolhido com o intuito de estimular pontos de pressão no corpo. Já conhecidos e explorados nos atlas de práticas orientais como Acupuntura e Shiatsu

Dessa forma, mesmo com todo apelo erótico e sensual do Shibari, as amarracões simbolizam entrega a todos os tipos de emoções e sentimentos. Bem similares ao que pode acontecer durante processo presenciado em sessões de terapia. Onde as descobertas e mistérios se renovam e se desenvolvem a cada encontro. E onde os nós são atados e desatados, com fluidez e respeito. O que possibilita ao casal, desatar os “nós cegos” e se prender ao que realmente importa.

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